Inovar é uma palavra que quando é pronunciada desperta a imaginação. Faz pensar em criar, mudar tudo, transformar. Mas também provoca uma sucessão de questões: Inovar em quê? Como inovar? E o custo disso? Quanto tempo leva para essa inovação se estabelecer como nova prática, eficiente e dinâmica?

Perguntas interessantes, especialmente quando a questão é inovar em gestão de pessoas, porque “gestão” pressupõe métricas, estabelecimento de roteiros, avaliações, resultados tangíveis – é essencial, portanto, a qualquer empresa comprometida com o sucesso do negócio.

Desafios fabulosos esperam o Brasil a partir de 2015, diante do contexto político, econômico e social. As empresas que vencerão esses desafios serão aquelas posicionadas para serem altamente competitivas e eficientes, e esse perfil só é obtido a partir da capacitação múltipla, quando equipes são preparadas para atuar como “marinheiros em meio a tempestade”: alertas, precisos, bem informados e treinados.

Uma empresa que inova tem postura de preparo e realinhamento contínuo, porque se recusa a cair no grupo dos obsoletos e dispensa os resultados medianos.

É neste momento que a gestão de RH conjuga o verbo “gerir” com o máximo de precisão: examina as competências, ajusta roteiros de atuação com vistas aos resultados estratégicos que a empresa planeja, revê seus parâmetros, investe em cursos de capacitação visando atingir o máximo de cada integrante da empresa. É assim que exerce o que lhe é inerente: gerenciar pessoas para obter os melhores resultados.

O atleta que vence a corrida mantém-se inovador: é o preparo cotidiano que o torna vencedor.

Subirá ao pódio a empresa que não se detiver em contextos óbvios e se mantiver aberta a desafios, capacitando-se, alinhando-se, aflorando sua melhor resiliência, ou seja, estará inovando.

Sim, será dessas empresas a medalha de ouro. E esteja certo: assim que terminar a premiação, ela começará a se preparar para o próximo pódio!

Pronto para inovar em RH? Se a resposta for sim, invista em tecnologia digital, que utiliza aplicativos para gerenciar perfis de funcionários e candidatos. Além de conseguir uma gestão personalizada e maior capacidade de gerenciamento, isso torna o processo muito mais rápido, pois envolve as demais áreas e tira a responsabilidade única e exclusiva do RH, que para muitas empresas ainda é visto como um vilão nos processos de contratação e treinamento.

Caso contrário é aconselhável terceirizar com empresas que possuam tecnologia de ponta e que seus processos sejam realizados via WEB, incluindo capacitação e certificação. Assim, teremos agilidade e ficaremos aptos a identificar características comportamentais da nova geração que ajudarão na busca dos candidatos adequados a cada função.

É possível eliminar grandes tarefas operacionais, realizando tudo em ambiente virtual, desde a abertura de vagas, testes, dinâmicas e até mesmo a entrevista. Desta forma, sua empresa estará pronta para inovar.

Sucesso a todos com excelentes contratações.


Jorge Abel Peres Brazil

É Advogado, head de Inteligência de Negócios na BRISK Consultoria e membro da  Academia Nacional de Seguros e Previdência  – ANSP.


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