Seminários e outros
Workshop da ANSP debate BPO para desenvolvimento do mercado segurador

São Paulo, 20 de outubro de 2011 – O workshop “BPO, opção estratégica para a indústria de seguros”, promovido pela Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), reuniu no dia 19 de outubro, quarta-feira, cerca de cem executivos para discutir a terceirização de serviços especializados no setor segurador. Personalidades como João Alceu Amoroso Lima, diretor de Desenvolvimento da IBM, Jorge Tena, presidente da Commodity Tecnologia, Júlio Avelar, superintendente geral da CNSeg, e Marcos Aurélio Couto, presidente da Tempo Assist, dentre outros, compartilharam suas experiências e considerações, no evento que aconteceu no hotel Tivoli São Paulo Monfarrej, na Alameda Santos, em São Paulo.

“A questão do BPO surgiu nos últimos anos, passou a ser uma opção estratégica praticada por algumas companhias, e está se transformando em tendência no mercado de seguros”, explicou Jorge Abel Peres Brazil, coordenador da cátedra de gestão da ANSP e CEO da Veganet, patrocinadora do evento. O workshop, estruturado em quatro painéis, focou em pontos chaves para o negócio no setor de seguros. “Temos que entender as formas de fazer e manter uma relação, criando uma parceria estratégica, e não simplesmente um trabalho com terceiro”, disse Abel.

Importantes nomes do mercado de seguros discutiram a adesão do BPO. O esforço da ANSP para reunir os principais players desse novo nicho de negócios contribuiu com o aperfeiçoamento institucional, de processos e de pessoas no ramo.


Brasil avança no microsseguro

Especialistas afirmam, em Colóquio promovido pela ANSP, que o processo de implantação do microsseguro no País está acelerado

São Paulo, setembro de 2011 – A implantação do microsseguro vem ocorrendo de forma mais rápida e robusta no Brasil que no restante do mundo. A conclusão é dos especialistas do mercado de seguros que participaram do II Colóquio de Microsseguros ANSP, realizado semana passada em Porto Alegre (RS). O evento contou com aproximadamente 100 presenças ilustres, dentre elas, a Prof.ª Maria de Nazaré da Universidade de Lisboa e a Dra. Regina Simões da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que afirmaram que o projeto-piloto realizado desde o ano passado no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, já apresenta bons resultados.

“As projeções são ótimas. Esperamos alcançar números significativos de apólices até 2012 no Brasil. É um dado expressivo se comparado à porcentagem de aceitação dos microsseguros nos mercados dos outros países do BRIC - Rússia, Índia e China -, que apresentam semelhante desigualdade social”, disse Ana Rita Petrarolli, Coordenadora da Cátedra de Microsseguros da ANSP. Grandes seguradoras já estão desenvolvendo departamentos próprios para o segmento.

Em vídeo apresentado no colóquio, o Dr. Eugenio Velasques da Bradesco Vida e Previdência declarou que o tema dos microsseguros e seguros populares muito os provoca. “Esse tema é de grande importância dentro da Bradesco Seguros, pela parte de inclusão social e educação financeira. Toda essa discussão que movimenta o mundo dos seguros populares é para a gente uma prioridade muito grande”, disse Velasques.

Entretanto, para o presidente da Academia Nacional de Seguros, Mauro César Batista, criar uma cultura de seguros na população mais carente brasileira será um desafio. “Somos o país conhecido por esperar o pior acontecer para depois tomar providências. Não costumamos nos precaver de danos, apesar de ser o correto. Mostrar para o brasileiro que é muito mais vantajoso se precaver será nosso papel social”, afirmou o executivo.

Os palestrantes consideram que a educação financeira e a cultura de seguros serão inclusa no Brasil num processo natural, conseqüência da estabilidade econômica e da ascendência das classes mais populares. “Primeiro as pessoas vão às compras realizar seus sonhos de consumo. No segundo momento começam a se preocupar em proteger o patrimônio recém conquistado e a planejar a segurança e o futuro da família”, comentaram.

Confira as apresentações:




Especialistas discutem a relação entre suicídio e seguro em evento da ANSP

São Paulo, 03 de dezembro de 2010 - As Cátedras de Microsseguro, Direito do Seguro e Contrato do Seguro da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) discutiram no dia 2 de dezembro o tema suicídio para o mercado segurador. O evento contou com a presença do jornalista André Trigueiro; do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo José Renato Nalini e a especialista em suicídio do Centro de Valorização à Vida do Rio de Janeiro, Maria Luiza Delavechia.

A advogada e coordenador de Cátedra de Microsseguro da Academia, Ana Rita Petraroli, ressaltou a importância dos palestrantes para o evento, “É muito importante contar com a ilustre presença de palestrantes de alto gabarito, elucidando um tema que desperta interesse e gera muitas dúvidas para os profissionais do mercado de seguros”.

André Trigueiro abordou o comportamento da imprensa em relação ao suicídio e os cuidados necessários para tanto, ante o crescimento dos casos em nosso país. “O suicídio pode ser evitado na maioria absoluta das situações, e a prevenção se faz com informação. Se o auto-extermínio é um problema de saúde pública no Brasil e no mundo, existem razões de sobra para que a mídia informe, da maneira apropriada e respeitando os princípios recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o que a população deve saber sobre a prevenção do suicídio. Nesse sentido, há o que ser feito no Brasil”, afirmou o jornalista.

O entendimento jurídico sobre o suicídio, em especial à carência legal prevista no artigo 798 do Código Civil, e ainda o descabimento da cobertura acidentária para sinistros desta natureza foi discutido por José Renato Nalini. “Após um longo período em que a jurisprudência multiplicou casuísmos subjetivistas sobre o pagamento do valor segurado ao beneficiário do suicida, o Código Civil de 2002 pretendeu serenar a questão e adotou a tese objetiva. A explicitação da tese objetivista solucionou a questão? É o que se verá na reflexão a ser levada a efeito no encontro”, explicou o desembargador.

Maria Luiza Delavechia, do Centro de Valorização da Vida do Rio de Janeiro, foi responsável por desvendar o comportamento do suicida, a capacidade de raciocínio no ato e a relação com a premeditação do suicídio. “A auto-destruição é um processo complexo e dinâmico. Pensar que o gesto suicida surge repentinamente é um grande equívoco. Meses e anos de sofrimento são necessários até que o desejo de morrer supere o forte impulso para a vida que todo ser humano possui. Entender um pedido de socorro, reconhecer as principais características da pessoa que pensa em suicídio, compreensão e calor humano é de grande importância no trabalho de prevenção”, afirmou a especialista.


ANSP promoveu o I Colóquio de Microsseguros

São Paulo, 18 de agosto de 2010 - O “I Colóquio de Microsseguros” promovido pela Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), ocorreu dia 17 de agosto no auditório do Museu de Arte Moderna de São Paulo. No evento foram debatidos os aspectos econômicos e atuarial, a visão legal e o marco regulatório do microsseguro. O colóquio contou com especialistas como Regina Giordano Simões, responsável pela área de microsseguros da Superintendência de Seguros Privados (Susep); Maria Elena Bidino, da CNseg; Luís Eduardo Afonso, professor da USP, entre outros.

A coordenadora da Cátedra de Microsseguro da ANSP e do evento, Ana Rita Petraroli, ressalta a função social do seguro, “É importante abordar o microssseguro, produto pensado para dar suporte à prosperidade e a inclusão social de uma camada da população que vem conquistando o seu espaço”.

A ANSP é uma instituição dedicada exclusivamente à disseminação da cultura do seguro da previdência privada e das atividades correlatas. “O I Colóquio sobre microsseguros foi uma oportunidade de reunir o capital intelectual do mercado para debater este tema, que está atingindo uma parcela significativa da população brasileira”, diz Mauro César Batista, presidente da ANSP.


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